terça-feira, 30 de maio de 2017

QEQS Encantou. Quanto Sucesso!


Sucesso é a palavra da vez. É o que define nossa apresentação, e a sensação do dever cumprido; a vibe das pessoas, e ver tanta gente cantando junto conosco. Temos uma coleção maravilhosa de fotos, vídeos e lembranças desse dia, graças a todos os que estavam lá para se emocionar junto conosco.

Olha, que desafio que é tocar um álbum inteiro. Uma surpresa e tanto, não só por ter conseguido, mas pela forma que esse álbum ganhou com a nossa interpretação. Nosso jeito de ouvir, de entender e de tocar. Obrigado a todos os que estavam lá, e aos que não estavam mas de um jeito ou outro estavam na torcida!

Mais emoções vem por aí, desta vez da mão do Sting. Estamos nos preparando, daqui a pouco conto mais.

domingo, 30 de abril de 2017

Queremos Encontrar Quinhentos Superfans!

Galera, lembrete... Semana que vem, é nós, lá no Gillians.

Evento no Face:
https://web.facebook.com/events/1302705689825334/

Ingressos pela Ticketbrasil, ou em qualquer unidade da School of Rock.

Nós estamos prontos... e vocês?

sexta-feira, 14 de abril de 2017

Quase esqueci! Quatro Sábados!

Nossa, um mês sem falar com vocês... Que descaso. Não podemos deixar que isso aconteça de novo! Vamos fazer um acordo? Podem me cobrar. Não vamos perder este meio de contato.

Eeeeentãããooo.... o que aconteceu nesse mês?

1) O setlist está COMPLETO, e o show está PRONTO. Sim. Isso mesmo. We rule. Lacramos. Todas as músicas estão devidamente estudadas, praticadas, e prontas para vir a público. Com isso, nossos ensaios mudaram o foco, e atualmente trabalhamos na manutenção (não deixar cair a peteca, esquecer, etc), e na performance (nada muito radical, mas pelo menos parar de fazer caretas enquanto tocamos). Nesse aspecto, o maior desafio fica para nossa exímia cantora, com toda a responsabilidade de liderar uma banda no palco. Lead Singer não é para qualquer um, mas aí está ela, nossa cantora, para arrebentar na apresentação. Isso não reduz a responsabilidade de cada um, com as guitarras mandando muito nos solos, e eu e o Gui no suporte, dando a fundação necessária para ninguém se perder. Temporada de muito aprendizado, e muita evolução de todos.

2) Baixo e Bateria fizeram aniversário! Rolaram uns Happy Hours bem divertidos, muita conversa legal, comes e bebes por conta dos botecos da região. Parabéns para nós, Lords of the Kitchen.

3) Falando em nosso baixista, estaremos duas semanas sem a presença dele, por conta de uma viagem. Acontece... Volta e meia, algum de nós precisa se ausentar dos ensaios, mas nem por isso deixamos de estudar, de trabalhar nas músicas, de ensaiar. Ser parte de uma banda exige essa responsabilidade, esse compromisso todo. Banda é feita de pessoas; um grupo de gente com um objetivo comum, que precisa se respeitar, e trabalhar junto, unidas pela mesma vontade. #VoltaGui, a música não pode parar!

4) Dia 6 de Maio. Novo Gillians, lá na zona norte. Tá aí a chance de ver a gente tocando... Ingressos a venda na School, ou com a gente mesmo! Tá aí o evento:


Daí o título de hoje: tocamos para vocês daqui a quatro sábados. É isso... em breve mais informações! Stay tuned :)


quarta-feira, 8 de março de 2017

Quando Essas Questões Sobram

Sim, verdade, rolaram uns atrasos nos posts por conta da RL (real life, pros desavisados). O carnaval tomou conta da minha vida, não por ficar pulando, mas por ter trabalhando nele. Tanto foi assim, que no penúltimo ensaio tive que faltar por conta dos compromissos de trabalho; acontece, vida adulta, é assim mesmo, e acontece com todo mundo. Mas isso não tira um leve sentimento de culpa de deixar a banda na mão, se virando para ensaiar. 

Embora a banda seja a válvula de escape do cotidiano, ainda assim existe esse sentimento de compromisso, de responsabilidade para com os outros. Não no sentido de uma obrigação, mas pelo fato de entender como os outros contam com você. Cada vez que me vejo pensando nisso, acabo me questionando se devo ensaiar ainda mais, se preciso estudar mais em casa, dar mais foco, mas o fato é que a vida não dá o espaço para nos dedicar por completo a apenas uma atividade. Assim como a banda, existem outras demandas para nossa atenção, para o nosso tempo. Desde coisas singelas do dia a dia, até eventos inesperados. 

Ontem mesmo nossa vocalista se viu numa situação dessas; pronta para ensaiar, teve que sair correndo de casa por um contratempo familiar. Nada sério, mas exigiu uma ação dela naquela hora.

Mas, seja como for, e mesmo com todas essas limitações, posso dizer que o último ensaio foi simplesmente espetacular. Fazia um par de semanas que não conseguíamos nos juntar por completo, 100% dos integrantes no mesmo ensaio. Mas foi assim a semana passada, e o resultado não poderia ter sido melhor. Fizemos todas as músicas que nos propusemos a fazer, como cada vez menos erros, e driblando acidentes de percurso entre nós. Teve toda a comunicação no palco, do jeito que tem que ser, dando espaço e segurança para que cada um pudesse se arriscar, e fazer seu melhor.

Claro, tem músicas que estão melhores que as outras, mas ainda temos um tempinho até o show para acertar os detalhes. Quais detalhes? Alguma ou outra entrada, uma convenção aqui, uma notinha errada lá... detalhes mesmo. 

Só posso dizer uma coisa: Quero tocar logo. Maio está chegando!

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Quando o Encanto Quebra o Sigilo

E foi assim que o post da semana passada acabou não acontecendo; fim de semana agitado, agenda lotada, e o resto da semana meio fora do ar. Mas aqui estamos de novo, para atualizar o universo sobre essa banda misteriosa chamada QEQS.

Mano, que ensaio épico o da semana passada. Tivemos um momento onde posso dizer que alcançamos o nirvana musical (não a banda, o estado de espírito). Como já contei em outras ocasiões, estamos trabalhando intensamente nos treinos e estudos do album Sticky Fingers, com a ideia de aprender inteiro, e poder tocar de ponta a ponta. Não é um álbum difícil ou complexo (tem músicas que usam só três acordes), mas o difícil é "soar bem". Com isso, falo de dinâmica, de espaços, de intensidades; de produzir (ou reproduzir) uma mixagem coesa, onde tudo tem seu lugar e espaço. Poder ouvir cada guitarra, cada detalhezinho na caixa, cada alongamento de notas na voz, perceber a expressividade, se deixar levar pelo dialogo entre bateria e baixo... Esse é o desafio desse álbum.

Cabe lembrar a vocês que não fazemos cover, nem queremos fazer um cover. Queremos tocar esse álbum sendo fieis a música, ao sentimento, mas sem uma reprodução nota por nota do registro original. Queremos "entender" cada música, e nos apropriar dela sem descaracterizá-las. 

Voltando à questão do nirvana, foi assim. Uma das músicas tem um momento de solo/improviso, onde o protagonismo fica por conta de bongô, sax, e outros luxos que não temos na nossa formação; isso exigia medidas drásticas. Assumi a responsa de fazer um solo simples, que sirva apenas como base (ou fundação) para a entrada de dois solos de guitarra, de duração variável, mas apoiados no "chão" que criei ao fazer uma virada exatamente a cada 4 compassos. Com isso, cada solo acaba durando 12 ou 16 compassos, antes de ir ao próximo solo, e daí para uma convenção (ou seja, uma sequencia já combinada) para o final da música. 

O louco desse momento é que nada estava escrito; nem a minha parte na batera, nem o formato ou duração dos solos. Precisávamos nos comunicar, tocar como gente grande, ter visão um do outro, e noção do que cada um estava fazendo. Não era só tocar, pirar, era fazer parte de um todo. Nesse momento, fomos uma banda, coesa, coordenada, consciente, e curtindo. 

O melhor de tudo: temos esse momento registrado em vídeo. Pedi pra Patry (que não cantava nessa parte) que filmasse, para termos uma referência e poder estudar depois. Eis que sem querer, registramos algo que com certeza poderia ser parte dos especiais que acompanhariam nosso DVD, se tivéssemos um. Saca só o que rolou:



Momento de criação total. Pensa que nada disso estava escrito, foi tudo criado como diálogo na hora. Com certeza, falta bastante ainda pra ficar legal, mas mostrar isso pra vocês, revelar para o mundo assim, com defeitos, cru, sem edição nenhuma, e a maior prova que posso dar para defender o que sempre digo: tocamos porque gostamos, não para aparecer. Que a música nos leve, onde tiver que nos levar.


Paz e rock no coração, bom fim de semana e até o próximo post!

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Quem Encara? Quem Surpreende?

Após uma intensa semana de trabalho y otras cositas más, nada como voltar para o estúdio e tocar com a galera. Gente, vocês não fazem a menor ideia do que foi nosso ensaio da última quinta. Três horas de puro rock, com direito a ampliar ainda mais o nosso setlist. Agora faltam apenas duas músicas para fechar o projeto, e poder dizer "Sabe aquele álbum dos Stones? Eu sei tocar de cor". 

Este post atrasou um pouco para ver a luz do dia (estava previsto para sexta, como as outras publicações), mas finalmente chegou no blog. Como comentei no post anterior, tivemos a brilhante ideia de fazer uma enquete bem cretina entre nós, com perguntas no formato das enquetes do facebook. Várias respostas vieram com comentários e explicações impublicáveis, e onde boa parte só tem graça para quem assiste os ensaios. Por esse motivo, vamos nos limitar ao resultado da votação. Felizmente, todos os candidatos ganharam em primeiro turno, e não houve necessidade de ballotage.

Primeiro, vamos às perguntas. O questionário rolou no whatsapp, assim como as respostas.

1. Quem conhece mais de música?
2. Quem é o mais mimado pelo diretor musical?
3. Quem apronta mais no ensaio?
4. Quem é o mais dedicado?
5. Quem é o mais estiloso?
6. E quem é o menos?
7. Quem aprontava mais de criança?
8. Quem é o sociável do grupo?
9. E o tímido?
10. Quem é o verdadeiro rockstar da banda?


Mano, foi muito engraçado ler as respostas na medida que chegavam no chat.

Se vocês olharem, não tem perguntas tendenciosas ou comprometedoras (do tipo quem bebe mais, quem pega mais, etc), até porque não é nossa pegada. Nós gostamos de MÚSICA, com letras maiúsculas mesmo. E nossa afinidade como banda é baseada justamente nesse fato, em gostar de música, de tocar, interpretar e valorizar cada nota, cada entrada, cada virada. Aprender no processo, melhorar a cada dia.

Por isso, segue a dica que o Tio Wally (batera do QEQS, e quem vos fala aqui hoje):

Façam seu melhor, em tudo o que se propõem a fazer.

E claro, não esqueçam de se divertir no processo!

Agora que já filosofei e enrolei bastante vamos aos resultados:

1. Quem conhece mais de música? - Patry (5 Votos)
2. Quem é o mais mimado pelo diretor musical? - Artur (4 Votos)
3. Quem apronta mais no ensaio? - Gui (3 Votos)
4. Quem é o mais dedicado?  - Wally (5 Votos)
5. Quem é o mais estiloso? - Patry (4 Votos)
6. E quem é o menos? - Wally (3 Votos)
7. Quem aprontava mais de criança? - Artur (3 Votos)
8. Quem é o sociável do grupo? - Gui (3 Votos)
9. E o tímido? - Artur (4 Votos)
10. Quem é o verdadeiro rockstar da banda? - João do Rock (3 Votos)







João do Rock, nosso Johnny Rockstar.

Podemos tirar várias conclusões do resultado (como por exemplo, o que me falta de estilo me sobra de dedicação), mas o objetivo não é tirar conclusões; a graça era fazer a enquete, só para dar risada. E nisso, posso dizer que foi super effective.

Até o próximo post!




sábado, 21 de janeiro de 2017

Qual Era? Quinta? Sexta?

Era sexta. Já tivemos outro nome antes do QEQS, mas não foi por escolha nossa. Nos chamavam de "Sexta C". Turma da bagunça, daquela que senta no fundo e fica jogando bolinhos de papel quando a professora fica de costas. Bem maduro da nossa parte.

No espírito de 6ta-C, faremos uma brincadeira entre os membros da banda, cujo resultado será revelado semana que vem. 

Sabem aquelas correntes chatas que todo mundo já cansou de receber no Facebook? Bom, vamos fazer uma nossa, dentro da banda. Hoje cedo vi uma que era sobre irmãos, onde tinha que responder (dentro dos irmãos que cada um tem) quem é  mais mimado, mas estudoso, mais pilantra, etc, etc. Essa corrente trouxe a ideia de fazer o mesmo questionário (ou parecido) entre os membros da banda. Todos vamos responder, e no fim veremos se há coincidências no jeito que cada um enxerga o outro, hehe..

Voltando para as notícias desta semana, o João não conseguiu participar do ensaio; cada vez que alguém falta, o ensaio não é a mesma coisa. Temos uma vibe muito legal quando estão todos no palco, e dá pra perceber na hora se falta algum de nós. Hoje temos nosso jeito de tocar, e nos conhecemos o bastante para mandar "sinais" e arrumar alguma ou outra entrada que por acaso não rolou como devia. Toda hora rola uma virada na bateria, ou um acento específico, um riff pra chamar a atenção, uma frase na voz que acaba dando chão para o resto, e sustentando a música, compasso a compasso. Na verdade, é a sensação de se ajudar a carregar a música, entre todos.

Nesta semana também, fizemos um flashback por sugestão do Guilherme, nosso baixista. Algumas temporadas atrás fizemos algumas músicas grunge, entre elas, "Like a Stone", do Audioslave. Essa música já estava soterrada na memória, mas o Gui a trouxe de volta para superficie, para nosso desespero geral. Desespero, porque ninguém lembrava lhufas dessa música. E desespero, porque era uma música que, propositalmente, tocávamos em instrumentos diferentes. Eu, como batera, ia pro baixo. O Artur, largava a guitarra e ia pra batera. E assim sucessivamente. 

Bom, lá fomos pro spotify, ouvir a música de novo, ver como era. Caçamos os tabs, e bora tocar. Eu, enquanto tocava a bateria,  fiquei gritando o mapa feito um desmiolado.

- VERSO!
- REFRÃO!
- VOLTOU!
- SOLO!

Solo. Acabei cantarolando o solo, bem no estilo do Jack Black, quando faz as notas da guitarra com a boca, como na música "The Metal" do Tenacious D. Temos até uma gravação bem vergonhosa e ridícula desse solo, impublicável. Mas o que importa é que deu certo, funcionou, e com todo o suor deixado no palco, mais uma música estava nascendo.


Matando "Like a Stone"...

Faltam somente três músicas para fechar o setlist "oficial". Por esse motivo, o setlist "alternativo" anda meio largado. Eu mesmo faz tempo que nem ouço as músicas do alternativo. Mas está aí, guardado na memória, como estava Like a Stone. Eu sei que é só começar a tocar de novo, que em duas ou três passadas já volta para os tempos áureos.

Mano, vou parar de escrever que a mão tá coçando. É falta de baquetas, preciso tocar.

sábado, 14 de janeiro de 2017

Quando Engata, Quem Segura?

Olha, não é por me gabar, mas que ensaio legal que fizemos na última quinta-feira. Todo mundo ligado, sintonizado, afiado.

Pessoalmente, tenho certeza que boa parte desse sucesso veio do fato de termos ensaiado na semana passada em um ambiente desconhecido, sem coaching nem assistência externa; tivemos que nos entender "na marra", por assim dizer. Desenvolver a comunicação visual, verbal, gestual, para ligar cada elemento, e a música fluir. Vamos marcar mais ensaios desse tipo, na medida que a agenda nos permitir.

Mas voltando ao ensaio da quinta passada, as coisas fluiram tão bem que aproveitamos para tirar mais uma música, e encaixar no setlist. Nada particularmente complicado (três acordes, e nenhuma frescura na bateria), mas soa alegre. Ao mesmo tempo que é parecida com a versão do disco, acabou ficando com a nossa cara pelo jeito particular que temos de tocar. Sabem, é bom perceber como já estamos dando sonoridade "nossa" para as músicas alheias. 

Temos um grupo de whatsapp, onde nos falamos diariamente, seja para combinar horários, checar músicas, discutir futebol, etc. Foi nesse grupo que nosso baixista mencionou um bar perto daqui, onde as bandas podem ir e tocar, praticamente em clima de ensaio, sem compromisso. O esquema é bem simples: não tem cachê, mas você também não paga. É só para fazer um som ao vivo. Liga lá, agenda, e vai se jogar na frente da galera.

Decidimos não perder tempo, e partimos em caravana para o tal bar, e sentir a "vibe" do local. Em outras palavras, sacar se era uma roubada ou não. Mas não é que é um lugar bem legal???

Palco pequeno, apertado, tipo nível 1 do Guitar Hero. Muitas mesas do lado de fora, e quase nada do lado de dentro, onde fica o palco; ou seja, intimista, e só vai te ver quem quiser te ver (porque tem que largar sua mesa e ir pra dentro do bar).

Não fosse a falta de parte da banda, com certeza teríamos subido nessa noite mesmo para fazer um som. É muuuuito de boas.

Conversei com um dos donos, gente fina, e me disse que no meio da semana é bem suave para agendar e tocar. Aos domingos também costuma ser tranquilo. A missão agora é convencer o resto da banda, ir até lá, levar uns lacaios para gritarem e cantarem com a gente, e invadir o palco. Será o começo da QEQS Neverending International Tour 2017

Sim, sim, já sei. Querem fotos. Querem ouvir a gente. Querem vídeos nossos. Vai ter tudo isso aqui no blog. Afinal, acho que está na hora de nos apresentar. 


QEQS, na sua formação tradicional. Ainda vou falar de cada um, e com cada um dos membros. Repararam o logo projetado atrás? Foi nossa homenagem ao Festival Live Aid, fizemos um set só com músicas desse festival. Eclético pra caramba, mas foi tão legal que trouxemos algumas músicas desse setlist para o nosso setlist "regular".

Tá aí... Autógrafos e selfies na saída do backstage.



sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Queremos Escutar Qualquer Som

Hey, estou falando com você. Eu sou a QEQS, ou o QEQS, ou os QEQS, ou até x QEQS. E este é meu, quer dizer, nosso blog.

Pensa numa turma bem legal de adolescentes na casa dos 40 anos (há exceções), que decidiram formar uma banda e aprender a tocar... Podia dar ruim, mas não deu. Tudo começou quando estas pessoas, sem se conhecerem nem terem tocado antes, decidiram entrar numa escola de música diferente, a School of Rock. Sim, tem a ver com o filme que você viu, mas na real, foi a School de verdade que inspirou o filme. Podem googlar, eu espero. Só volta depois que ainda não acabei.

Então, quem vos escreve neste instante é o inquieto, barulhento e sempre nerd baterista da banda. Mas não vou falar de mim (ainda), porque passei por aqui só para apresentar brevemente quem somos como banda, o que queremos, e qual o propósito de blogar.

Este registro ficará para a história; nós pensamos originalmente no snapchat, instagram, twitter e tantos outros, mas tudo isso soa muito efêmero. Passa a sensação do momento, mas perde valor logo depois que foi lido ou assistido. Tem seu valor, claro, mas não perdura do jeito que o faz uma boa música. Provavelmente, com o tempo, entremos na onda de postar algumas coisas em outras redes, mas por enquanto, vamos registrar nossa "experiência" de tocar juntos por aqui.

A primeira pergunta que fazem pra gente é óbvia: O que quer dizer QEQS?

Posso adiantar que nasceu como um acrônimo, mas hoje é muito mais do que isso. Aconteceu que quando nos perguntavam o que era QEQS, os fãs já vinham chutando o significado, e tentando adivinhar; pessoalmente, achei legal isso, e decidimos não revelar como surgiu. Até porque nessa vibe de ouvir chutes, escutamos alguns nomes bem legais. Tenho certeza que você, lendo isto agora, também está pensando alguns nomes possíveis. Por isso decidimos que seria QEQS, e que o significado será sempre diferente, ou nenhum deles, ou todos eles.

Vamos ao som.

Nós tocamos Rock, com maiúsculas, na maior parte do tempo. Temos nossas recaídas, mas passam logo. O mais curioso é que fizemos um exercício onde cada membro da banda escolheu uma música para tocarmos, e não houve uma coincidência, nem no estilo. Prova que dá para ser bem eclético, sem perder a amizade. Daí que vamos de Black Sabbath até Queen, de Dire Straits até Lobão, de Pearl Jam até Creedence. Não tem tempo ruim, e isso é muito bom :-)

Hoje, graças à School e ou nosso eterno guru e diretor musical, estamos numa fase de tocar os Stones. Logo teremos notícias para quem quiser nos ver tocando por aí, mas atualmente estamos na fase dos ensaios. Assim que puder, passo mais detalhes.

Ontem mesmo fizemos um ensaio bem produtivo, passando por dois dos nossos setlists, e arrumando detalhes como convenções, viradas e outras frescuras que nem sabíamos que existiam antes de ter banda. Tenho que falar mais disso, da transformação que faz ter uma banda pra chamar de sua. Me lembrem de falar sobre isso, please.

Com o tempo, vamos incluir fotos, vídeos, bootlegs e outras tralhas aqui como memória coletiva deste processo todo que é virar uma banda; e para isso, contamos com a participação de vocês. Abriremos os comentários, mas só pra quem se comportar, ou não for um boot malicioso sabotando as internetz (em português, os comentários são avaliados, só pra limpar o spam).

Só para abrir o apetite para postagens vou soltar uma pérola: temos no momento cinco membros regulares na banda. Chutem quantos deles são engenheiros...

Até daqui a pouco!
 





 




sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Estamos chegando!

Paciência galera, estamos chegando. Nosso conteúdo está em produção, e logo entrará no site. Stay tuned.